"Você meu amigo que acora de manhã
Que Pega o trem das 05:30 para ir trabalhar
Esfregando-se com porcos, estupradores e ladrões
Que mesmo não prestando, querem agradar aos seu patrões
É bom que você saiba que existe alguém
Que fuma seus charutos com whisky escocês
Que tira seu pijama às 11 da manhã
E que pilota sua harley pela rota 86
Sentado na copa do seu apartamento
Segurando sua taça de birita
Exibindo o esmalte dos seus 32 dentes
Barões e baronesas, ele é o homem que cogita
Mas não pense que oque ele faz é futil e banal
Ou que há um problema na pirâmide social
Com tantos lugares com sua foto estampada
Ontre pessoas sofiradas vão rezar/chorar desamparadas
Murmurando para ele seus males e desejos
Ele não se esforça para prestar qualquer ajuda
Nesse mundo porco, sujo e desolado
Ele coça os testículos em seu hobbie importado
Sentado na copa do seu apartamento
Segurando sua taça de birita
Exibindo o esmalte dos seus 32 dentes
Barões e baronesas, ele é o homem que cogita"
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Irmão de Guerra
"Fumaça, destroços
E o cheiro de sangue no ar
Demônios estrangeiros
Demônios malditos
-Por quê vocês vão me martar?
Um pobre garoto chorando
Sobre o cadáver gelado da irmã
Morta pelo Batalhão M de Infantaria
Os ianques rubros do vietinã
Umpelotão de 40 soldados
40 capacetes furados
40 atores sem falas
40 filhos com buracos de balas
Morrer sem glória ou compaixão
Sangrar nos braços de um irmão
Um irmão que não chora nem te enterra
Morra por ele!
Esse é seu irmão de guerra
Uma guerra suja e sem razão
Que não vale a vida de um irmão
Junto com os suicidas do pelotão
Na linha de frente com um rifle na mão
Cantenas de corpos caídos no chão
Rios de sangue crrendo na terra
Correndo com medo no coração
Protegendo seu irmão,
Seu irmão de guerra!"
E o cheiro de sangue no ar
Demônios estrangeiros
Demônios malditos
-Por quê vocês vão me martar?
Um pobre garoto chorando
Sobre o cadáver gelado da irmã
Morta pelo Batalhão M de Infantaria
Os ianques rubros do vietinã
Umpelotão de 40 soldados
40 capacetes furados
40 atores sem falas
40 filhos com buracos de balas
Morrer sem glória ou compaixão
Sangrar nos braços de um irmão
Um irmão que não chora nem te enterra
Morra por ele!
Esse é seu irmão de guerra
Uma guerra suja e sem razão
Que não vale a vida de um irmão
Junto com os suicidas do pelotão
Na linha de frente com um rifle na mão
Cantenas de corpos caídos no chão
Rios de sangue crrendo na terra
Correndo com medo no coração
Protegendo seu irmão,
Seu irmão de guerra!"
Modelador de Sonhos
"Parado no espaço, sozinho no nada
Seus olhos aflitos denunciam seus medos
Seus sonhos, paixões e segredos
Sua confiança nos rostos estranhos
Nessas penosas almas embriagadas
Se torna seu auto escárnio
Nossas idéas tolas e infundadas
Minha surrada e esferográfica Bic
Rabisca aleatóriamente essas folhas desgraçadas
Contando verdades, mentiras e sonhos
Em réles letras balbuciadas
Eu vejo encantado, com orbitas vermelhas
Água brotar do céu e da terra
Da lua, do mar das estrelas
E que o homem derrama na guerra
Aquela confiança e aquele amor
Que um dia senti por ti e seu calor
Hoje não mais prevalesce
Levados tão longe, levados pra sempre
Por uma ninfa do leste
Minhas asas se machucam, quando impedidas de voar,
Leve tudo oque me pertence, mas não tire-me o sonho do mar
Dançando nas nuvens, dançando na lua
Essa doce canção estelar
Névoa purpura que encobre minha visão
E me esconde de um mundo de pervrsão
Mostrando a maravilha de um simples jardim
Comparando tua beleza a de um querubim
O amor que por ti sinto, esse semtimento em questão,
É capaz de deixar-me até mesmo
Sem meu adorado arroz e feijão."
Seus olhos aflitos denunciam seus medos
Seus sonhos, paixões e segredos
Sua confiança nos rostos estranhos
Nessas penosas almas embriagadas
Se torna seu auto escárnio
Nossas idéas tolas e infundadas
Minha surrada e esferográfica Bic
Rabisca aleatóriamente essas folhas desgraçadas
Contando verdades, mentiras e sonhos
Em réles letras balbuciadas
Eu vejo encantado, com orbitas vermelhas
Água brotar do céu e da terra
Da lua, do mar das estrelas
E que o homem derrama na guerra
Aquela confiança e aquele amor
Que um dia senti por ti e seu calor
Hoje não mais prevalesce
Levados tão longe, levados pra sempre
Por uma ninfa do leste
Minhas asas se machucam, quando impedidas de voar,
Leve tudo oque me pertence, mas não tire-me o sonho do mar
Dançando nas nuvens, dançando na lua
Essa doce canção estelar
Névoa purpura que encobre minha visão
E me esconde de um mundo de pervrsão
Mostrando a maravilha de um simples jardim
Comparando tua beleza a de um querubim
O amor que por ti sinto, esse semtimento em questão,
É capaz de deixar-me até mesmo
Sem meu adorado arroz e feijão."
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